Aumentou hoje (25) o número de mortos e feridos com a onda de incêndios que atinge a Grécia. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros do país, são pelo menos 74 mortos e 187 feridos em toda a região nordeste de Atenas, que é o local mais afetado pelo fogo. A principal causa de morte é a intoxicação por fumaça.

Segundo o noticiário local, as chamas começaram na segunda-feira, no final da tarde. No primeiro balanço divulgado foram cerca de 20 mortos e 104 feridos. Desde o início do incêndio, que já atingiu vilarejos e parte de áreas verdes no local, os moradores foram orientados a fugir em direção ao mar, o que está sendo feito e permitiu que o número de mortos não fosse maior.

Centenas de bombeiros foram mobilizados para combater as chamas. Além disso, outros países da região também ofereceram ajuda humana, logística ou com equipamentos. O primeiro-ministro Alexis Tsipras agradeceu a ajuda e comentou: “Faremos tudo que é humanamente possível para controlá-lo. Estamos lidando com algo completamente diferente”.

Um incêndio parecido aconteceu há cerca de 11 anos, mas ele não teria sido tão devastador. Um dos fatores que motivou a proporção do incêndio foi a baixa umidade do inverno somada às altas temperaturas do verão grego. Na situação deste ano, o incêndio tem três pontos de avanço: na cidade de Rafina, 50 km a leste da capital Atenas, outro perto do vilarejo de Mati, a 29 km a leste da capital, e um terceiro em Kineta, 50 km a oeste.

 

Da Redação com UOL

(Foto: EFE/ALEXANDROS VLACHOS / direitos reservados/Agência Brasil)

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