A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou nesta segunda-feira (10) um novo pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ampliar o prazo de substituição do candidato do PT na corrida à Presidência da República. O prazo se encerra na terça-feira, mas o partido quer adiar para 17 de setembro. O ministro Celso de Mello está responsável pelo caso no STF.

Os advogados haviam feito o mesmo pedido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas a presidente da Corte, Rosa Weber, negou a prorrogação do prazo. Na mesma decisão, a ministra enviou o recurso extraordinário da defesa, que discute a inelegibilidade do petista, para apreciação do STF.

O ex-prefeito de São Paulo deixou a gestão em 2015 com apenas 17% de aprovação, o que contribui decisivamente para que o candidato seja negado pelo grande número de eleitores. Essa rejeição fez com que Fernando Haddad, possível substituto de Lula, tenha apenas 8% das intenções de voto, segundo a pesquisa FSB/BTG Pactual.

A defesa também pediu que Celso de Mello leve ao plenário do STF um pedido para suspender, de forma provisória (liminar), a decisão do TSE que rejeitou sua candidatura, de modo a permitir a Lula disputar as eleições deste ano.

 

Da Redação com G1

Foto: Agência Brasil

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