Gustavo Cunha Melo, especialista em gerenciamento de risco, disse em entrevista ao G1 que o mau posicionamento de estabelecimentos, como o refeitório, e de sirenes foi um grande contribuinte para o tamanho da tragédia.

Os estabelecimentos deveriam estar posicionados em locais que permitissem a fuga em menos de um a dois minutos, e as sirenes em locais protegidos das possíveis ondas de lama. O especialista tratou sobre as sirenes após o presidente da Vale dizer que tais foram “engofadas” pela lama.

 

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