Os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) decidirão no segundo turno quem será o presidente do Brasil. A polarização é grande entre o comando petista, o que vem contribuindo com a instabilidade nas hostes do Partido dos Trabalhadores, pois uma ala defende a agenda livre para Haddad, outros insistem em manter a cartilha política apregoada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se encontra preso em Curitiba por ser condenado pelos  crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Os resultados das urnas apontam vantagem larga para o candidato do PSL.  Com quase todas as urnas apuradas, Bolsonaro tinha quase 50 milhões de votos, e Haddad superava os 30 milhões. O terceiro colocado, Ciro Gomes (PDT), somava pouco mais de 13 milhões.

O resultado do primeiro turno quebrou a polarização entre PT e PSDB na eleição presidencial. Nas últimas seis eleições, os dois primeiros colocados foram dos dois partidos, com duas vitórias do PSDB (1994 e 1998) e quatro do PT (2002, 2006, 2010 e 2014).

Após a confirmação do resultado, Bolsonaro afirmou que o Brasil não pode “dar mais um passo à esquerda” porque, segundo ele, está “à beira do caos. Ele falou em “unir o nosso povo, unir os cacos que nos fez o governo da esquerda no passado”.

Haddad também se referiu à necessidade de união. “Queremos unir as pessoas que têm atenção aos mais pobres desse país tão desigual”, declarou. O presidenciável do PT disse que, para isso, contará com “uma única arma: o argumento”. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad decidirão eleição para presidente no segundo turno.

 

Da Redação com G1

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