Editorial

Alguém lembra como e quando começou essa crise entre Rodrigo Maia e o presidente Bolsonaro?

VALE A PENA LEMBRAR DE NOVO
Para entender a mudança de humor de Maia e sua atitude é preciso fazer um análise genealógica do episódio. Primeiro ele atacou o ministro Sérgio Moro e demonstrou um certo nervosismo e deselegância nessa investida. Ninguém entendeu muito bem. Mas um dos filhos de Jair Bolsonaro colocou uma mensagem nas redes cujo alvo era o presidente da Câmara.

Maia ao invés de responder ao filho, mirou no pai e chamou Bolsonaro de ausente no comando das conversas com os parlamentares sobre a Reforma da Previdência. Bolsonaro, pavio curto, respondeu.

Mas o que está por trás disso tudo?
Vamos exercitar a nossa imaginação?

O Rodrigo Maia ficou sabendo da prisão do avô de seus filhos: o Ex-governador do Rio de Janeiro Moreira Franco. E não gostou nada. Então mirou o Moro. Que foi defendido pelo filho de Bolsonaro. Maia então aproveitou a vontade dos parlamentares de negociarem direto com o presidente, como dantes, e disparou contra Bolsonaro, que, por sua vez, devolveu o projétil da Reforma da Previdência para Maia e o parlamento.

TROCANDO EM MIÚDOS
O papel do executivo foi cumprido. Entregou o projeto da reforma da previdência ao Congresso, agora é a vez dos deputados o analisarem e o melhorarem. Qualquer dúvida chama o Paulo Guedes.

TOMA LÁ DÁ CÁ
Se insistirem nessa coisa de chamar o presidente para negociar, vai ficar feio para os deputados e para Rodrigo Maia. O povo brasileiro pode achar que eles querem colocar na pauta o toma lá dá cá.

BOLSONARO e a FORMA
O presidente da República também precisa preservar-se e não dar respostas às provocações. Tem que analisar perdas e ganhos. Colocar o foco no que o governo está fazendo de bom pelo país e ter humildade para ouvir e corrigir o eixo quando necessário. E se tiver que reagir, observar a forma.

Enfim, que haja foco no melhor para o Brasil.

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