11 mortos até o momento, propriedade pública e privada brutalmente destruída, metrôs e aeroportos suspendendo atividades e a decretação do primeiro estado de emergência desde a ditadura de Pinochet. Afinal, o que está acontecendo no Chile? Entenda.

O RESUMO

Após um aumento na tarifa do metrô em Santiago, a capital chilena, estudantes iniciaram protestos na segunda-feira, que evoluíram ao decorrer da semana. Cerca de 9500 integrantes das Forças Armadas chilenas foram mobilizados para conter as revoltas.

Os manifestantes atearam fogo em carros, pneus e estabelecimentos, entre os quais estão uma loja de roupas e um supermercado, que após serem loteados, ceifaram 5 e 3 vidas, respectivamente. Cerca de 9500 integrantes das Forças Armadas chilenas foram mobilizados para conter as revoltas. É a primeira vez que soldados garantem a segurança de Santiago desde Pinochet.

Em pronunciamento oficial, o presidente chileno Sebastián Piñera afirmou que o Chile está em guerra “contra um inimigo poderoso, que está disposto a usar a violência sem nenhum limite”, e que “têm um grau de organização e de logística próprios de uma organização criminosa”.

A suposta justificativa para os protestos é a inconformidade com a desigualdade social e a fome no País.

Da Redação

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