Foi popularizado nessa semana alguns atentados que, segundo setores da imprensa, teriam vindo de apoiadores do candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Os atos ganharam amplo espaço na grande mídia e também nas redes sociais, sendo inclusive usado durante o guia eleitoral do candidato do PT, Fernando Haddad.

Três casos ganharam mais destaque do que alguns outros: Apoiadora do “ele não” é agredida por três homens e tem suástica marcada no corpo; Mestre de capoeira é assassinado a facadas por apoiador de Bolsonaro após declarar apoio ao PT; e, Homem é agredido por chutes e golpes de garrafa por apoiadores de Bolsonaro na UFPR. Além destes, muitos outros ataques e ações de vândalos foram retratados pela mídia.

A Agência Caneta fez o contraponto dos três casos e mostrou as falhas no discurso ou falta de apuração. Mostrando uma clara ação coordenada de parte da imprensa.

A narrativa da jovem supostamente marcada por uma suástica tem pontos que colocam em cheque a veracidade da história. Segundo o G1, ela usava uma mochila com os dizeres “ele não”, quando foi abordada e agredida por três homens. Segundo a Agência Caneta, tudo leva a crer que se trata de uma false flag (ação criada para aparentar ter sido realizada por uma adversário político a fim de obter benefícios das consequências resultantes). Entre os indícios estão de que a jovem optou por não representar criminalmente contra os supostos agressores, o que impede a polícia de investigar e traz o questionamento dos motivos que levam a jovem a não querer que os três homem sejam punidos. Além disso existem versões diferentes do caso e a suástica gravada no corpo da jovem tem detalhes interessantes: (1) ela está ao contrário do símbolo correto, indicando que pode ter sido feita no espelho; (2) como os homens fariam o desenho tão perfeito, se a jovem estaria provavelmente se debatendo. Veja a análise completa AQUI.

O caso do assassinato do mestre de capoeira Moa do Katendê já teve um revés, mas não ganhou espaço na mídia. Segundo Paulo Sérgio Ferreira de Santana, 36, assassino confesso, a confusão começou quando o mestre de capoeira chamou-o de “viadinho negro“. Ele ainda negou que o crime tenha se dado por motivação política. Clique AQUI para ver a matéria completa.

Por fim, o caso da agressão no Paraná já teve a declaração da vítima colhida pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A polícia já identificou os suspeitos e todos fazem parte da torcida organizada do Coritiba, a Império Alviverde. A vítima afirmou que houve um princípio de confusão e ele foi intervir, quando passou a ser agredido. A narrativa de que ele estava com um boné do MST veio do Diretório Central dos Estudantes. Veja a análise da Agência Caneta AQUI.

Da Redação com Agência Caneta

Foto: Reprodução

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