O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, rejeitou a liminar proferida pelo ministro Marco Aurélio, que havia sido a pedido do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Essa rejeição teria sido a pedido da Procuradora Geral da República Raquel Dodge, a qual já era esperada de recusar tal medida.

O principal argumento da medida era de que, ninguém poderia ser preso enquanto ainda tivesse recursos para apresentar ao tribunal, contemplando assim cerca de 169 mil presos, deixando-os aptos para serem liberados mediante a devida apresentação de sua defesa ao juiz.

No documento de suspensão de liminar, tipo de ação sempre avaliada pelo presidente da corte, o ministro Dias Toffoli afirmou que a decisão do ministro Marco Aurélio colocaria em risco a ordem pública uma vez que permitiria a soltura de dezenas e dezenas de milhares de presos.

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