Paulo Guedes, o ministro da Economia, decidiu apresentar ao presidente Jair Bolsonaro, juntamente com a sua equipe econômica, a proposta que autoriza o trabalhador a fazer um saque anual de suas contas ativas e inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Se aprovada, a proposta objetiva que a cada ano, no mês de seu aniversário, o trabalhador possa sacar um percentual do saldo de suas contas.

A proposta ganhou impulso dentro da equipe econômica e pode ser anunciada na próxima quarta-feira pelo presidente da República.

A ideia é liberar saques a cada ano, como uma espécie de 14° salário, com a premissa de “devolver ao trabalhador o que é do trabalhador” e o intuito de “esquentar a economia” nacional.

O Saque seria opcional e se o trabalhador optar por fazê-lo, terá de abrir mão de o sacar quando deixar a empresa, funcionando dessa maneira como uma forma de evitar estímulos a demissões que poderiam surgir.

Segundo um assessor do ministério da Economia, o saque, quando autorizado, irá depender do saldo da conta do FGTS. Dessa forma, “quem tem menos, vai poder tirar, proporcionalmente, mais. Quem tem mais no fundo vai tirar menos”.

A estimativa inicial feita pela equipe econômica é que pode ser liberado o valor de R$ 42 bilhões. Segundo técnicos, agora que a intenção é ter o saque a cada ano, o maior consumo provocará um efeito positivo no comércio.

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